‘Zero do que foi dito é verdade’, diz resguardo do suspeito de matar a dentista Emelly Nayane da Silva

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Os advogados de Lívio Quirino Neto, principal suspeito de matar Emelly Nayane da Silva, de 24 anos, realizaram uma coletiva de prensa, na manhã desta segunda-feira (1º), para dar a sua versão sobre a morte da dentista. Segundo a resguardo do culpado, formada por Flávio Santana e Graziano Silva, Lívio se mantém mudo para que os advogados possam seguir por uma melhor resguardo no caso, e que ele não cometeu o feminicídio. 


O jurista Flávio Santana informou que existem provas de que Lívio não foi o matador de Emelly Nayane da Silva. 


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“Só o meu cliente pode expor o que aconteceu, ele não estava em condições psicológicas na delegacia, nem hoje, que está em um lugar insalubre, que tem uma saúde frágil. Ele não está tendo raciocínio para falar o que aconteceu. Zero é verdade do que foi dito, temos uma vez que fundamentar, é pataratice. Ainda não podemos antecipar, mas estão dizendo que ela saiu sem vida, temos provas testemunhais, filmadas em vídeos, pessoas que receberam no hospital e quem socorreu foi o próprio Lívio”, contou Flávio Santana.


A reportagem da Folha de Pernambuco solicitou aos advogados o envio dos vídeos citados uma vez que prova, mas a resguardo de Lívio preferiu esperar autorização do representante do caso para repassar as informações. 

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Segundo a Polícia Social, Lívio foi impedido no último sábado (27), por meio da Operação Resguardo, que contou com agentes da equipe de investigação da 7ª Delegacia de Homicídios de Paulista (7ª DPH) e da 1ª Subdivisão de Homicídios Metropolitana Setentrião (1ª DHMN). 




De negócio com a resguardo do culpado, que está recluso no Meio de Reparo e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), ele se apresentou por livre e espontânea vontade na delegacia. 

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“A gente procura uma estratégia de não expor a traço de raciocínio. Vamos esperar o interrogatório concluir. Ele não se apresentou porque não estava sendo procurado, ele estava em mansão, não teve diligencia da policia e levamos ele espontaneamente a delegacia no sábado. Não se sabe ao notório o que houve, estamos buscando elementos para que ele possa responder em liberdade”, disse Graziano Silva, outro jurista de Lívio no caso.

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