Trading compra US$ 36 milhões em cobre e recebe no lugar pedras pintadas – Money Times

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O caso bizarro destaca a vulnerabilidade de operadores commodities à fraude, mesmo quando controles de segurança e inspeção estão em vigor (Imagem: REUTERS/Carlos Barria)

A trading de commodities Mercuria Energy fechou um conciliação em meados do pretérito para comprar US$ 36 milhões em cobre de um fornecedor turco. Mas, quando as cargas começaram a chegar à China, tudo o que encontrou foram contêineres cheios de pedras pintadas.

A saga se desenrola porquê um thriller de organizações criminosas, e a operadora suíça diz que foi vítima de fraude de fardo. Antes mesmo da jornada de um porto perto de Istambul para a China encetar, murado de 6 milénio toneladas de cobre em mais de 300 contêineres foram trocadas por pedras de pavimentação pontiagudas, pintadas com spray para que se parecessem com o metal semirrefinado.

O caso bizarro destaca a vulnerabilidade de operadores commodities à fraude, mesmo quando controles de segurança e inspeção estão em vigor.

Em 2014 e 2015, a Mercuria fez provisões para resguardar perdas potenciais depois que o metal contido em um repositório no porto chinês de Qingdao foi apreendido por autoridades porquê secção de uma investigação de fraude.

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A polícia turca prendeu 13 pessoas relacionadas ao esquema do cobre falso. A Mercuria, uma das cinco maiores tradings de petróleo independentes do mundo, procura indenização nos tribunais turcos e em um caso de arbitragem no Reino Uno contra o fornecedor do cobre, a Bietsan.

Também entrou com uma ação criminal formal junto à polícia turca e promotores alegando substituição de fardo e fraude de seguro, deixando que as autoridades determinem quem é o responsável.

Várias ligações para os escritórios da Bietsan, em Tekirdag, não foram atendidas.

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“Foram presos suspeitos de estarem envolvidos em várias partes desse delito organizado contra a Mercuria”, disse a empresa de Genebra em enviado por escrito no qual agradeceu ao Departamento de Crimes Financeiros de Istambul.

A reportagem se baseou em documentos legais, entrevistas e reportagens da mídia sítio.

Cobre trocado

Em junho pretérito, a Mercuria concordou em comprar cobre da Bietsan, um fornecedor turco com o qual já havia feito negócios, de conciliação com Sinan Borovali, legista da trading na Turquia. Parece que o cobre foi inicialmente sobrecarregado na primeira remessa de contêineres, antes de ser inspecionado por uma empresa. Selos usados para evitar fraudes foram logo afixados nos contêineres.

Mas, sob o véu da trevas, alega-se que os contêineres foram abertos e o cobre substituído por pedras de pavimentação, disse em entrevista o escritório de advocacia KYB Borovali, de Istambul. Os fraudadores alternaram entre lacres de contêineres falsos e reais em um esforço para evitar a detecção.

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Porquê os navios saíam do terminal de Marport no porto de Ambarli em intervalos de poucos dias, a mesma coisa acontecia: o cobre era secretamente descarregado à noite e substituído por pedras pintadas. “Foi logo que atuaram”, disse Borovali.

Com as embarcações no mar, a Mercuria pagou US$ 36 milhões em cinco parcelas, sendo o último pagamento feito em 20 de agosto de 2020, segundo documentos fornecidos pela trading de commodities a investigadores turcos. A fraude não foi invenção até que os navios começaram a chegar ao porto chinês de Lianyungang no final daquele mês. Àquela profundeza, todos os oito navios estavam a caminho da China.

Delito organizado

“Houve uma petição de investigação criminal do comprador contra o vendedor e dois intermediários”, disse a polícia turca em enviado. “Foi determinado que o incidente é resultado de fraude perpetrada de forma organizada.”

Normalmente, em tais casos de não entrega, uma trading pode fazer uma reclamação contra a apólice de seguro de uma fardo. Mas a Mercuria descobriu que somente um em cada sete contratos usados pela empresa turca para segurar a fardo era real. O resto foi forjado.

Os 13 suspeitos de fraude foram presos neste mês em uma série de batidas policiais. Alguns, desde logo, foram colocados em prisão domiciliar, de conciliação com notícias de dependência locais. Mais audiências sobre o caso são esperadas a partir desta semana.

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