Sem legista não há Justiça e cidadania, diz Humberto Martins

-

- Publicidade -

O presidente do Superior Tribunal de Justiça e do Recomendação da Justiça Federalista, ministro Humberto Martins, proferiu, nesta segunda-feira (8/2), palestra magna no Seminário da Jovem Advocacia, evento virtual organizado pela Percentagem da Jovem Advocacia da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso.

STJSem legista não há Justiça e sem Justiça não há cidadania, diz Humberto Martins

No oração, o presidente do STJ destacou o papel importante do legista para a gestão da justiça, tanto sob o ponto de vista gerencial quanto para a sua efetivação. “Foi unicamente com a Missiva Cidadã que a valia da advocacia para o bom funcionamento da justiça foi merecidamente reconhecida, ou seja, só teremos, verdadeiramente, justiça se reconhecermos o legista uma vez que indispensável”, declarou.

O ministro Humberto Martins ressaltou também que a Constituição Federalista atribui à advocacia o mesmo proporção de relevância em relação à magistratura e ao Ministério Público, sendo o legista “o primeiro juiz” da razão.

“O legista não se encontra subordinado ao juiz ou ao promotor, devendo agir com independência e simetria na resguardo da vida, da paridade e da liberdade. O legista constrói a tese, o Ministério Público fiscaliza e o magistrado julga”, enfatizou.

- Publicidade -

OAB

Humberto Martins afirmou também que a Ordem dos Advogados do Brasil desempenha uma missão muito maior do que somente o trabalho de um parecer profissional. Para o ministro, mais do que a resguardo das prerrogativas do legista, a OAB representa a sociedade social na luta pelo fortalecimento do Estado Democrático de Recta.  

“Assim, é verosímil observar que o legista e a OAB podem colaborar com o Estado na resguardo da Constituição da República, da democracia e da justiça social, o que, inexoravelmente, inclui todos os direitos coletivos e difusos”, concluiu.

“Paixão pela advocacia”

O presidente do STJ finalizou a participação no evento dizendo nutrir uma “paixão” pela advocacia, em paralelo com o “paixão” pela magistratura. “Minha paixão é o treino da profissão de legista, que atua na resguardo da cidadania tendo uma vez que setentrião o paixão ao muito maior da lei: a Constituição”, concluiu.

- Advertisement -

Antes de ingressar na magistratura, Martins exerceu a advocacia, tendo sido presidente da seccional da OAB em Alagoas entre 1998 e 2002. Na estação, fez da experiência uma oportunidade para furar as portas da entidade para a sociedade social organizada e atender aos cidadãos com transparência, aproximando a advocacia da população. Com informações da assessoria de prelo do STJ.

- Publicidade -

Compartilhe

Recent comments