Resguardo de quinteiro culpado de matar advogados solicita soltura imediata dele

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Motivo é a rebelião que aconteceu no início da tarde desta sexta-feira

A resguardo do quinteiro Nei Castelli, indigitado porquê mandante do assassínio dos advogados Marcus Aprígio Chaves e Frank Alessandro Carvalhaes, protocolou um pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federalista (STF), solicitando a soltura do investigado. O motivo, segundo os advogados, foi a rebelião de detentos que teve início na tarde desta sexta-feira (18).

No documento, a resguardo de Nei afirma que a rebelião, por si só, põe em risco a vida e a integridade física de todos os detentos. No caso dele, entretanto, o problema seria maior. Eles alegam que o suspeito tem sido vítima ordenado de violações de direitos por secção das por autoridades administrativas e judiciais.

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“Uma situação de desordem, além de todos os riscos a ela inerentes, apresenta-se porquê tecido de fundo ideal para alguém que pretenda notar contra a vida do paciente”, diz o pedido.

Os advogados alegam também que a prisão de Nei não se justifica, pois ele possui idade avançada, doenças crônicas, primariedade, residência fixa e profissão definida.

MPF quer manutenção da prisão

No início de fevereiro, o Ministério Público Federalista (MPF) enviou ao STF um parecer pela manutenção da prisão do quinteiro. Segundo o órgão, a liberdade do quinteiro pode atrapalhar a instrução criminal do processo, oferecido o poderio econômico e social do culpado.

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O órgão argumentou também que o réu foi recluso com R$ 34 milénio em espécie, na cidade de Catalão, o que indica a possibilidade de tentativa de fuga, que pode vir a se concretizar com a soltura do recluso.

Rebelião controlada

Apesar do pedido da resguardo, a rebelião foi oficialmente controlada, de concórdia com a Diretoria-Universal de Governo Penitenciária (DGAP). O órgão informou que, por volta das 15h30, a situação já estava resolvida. Mais cedo, a reportagem mostrou a situação de caos na penitenciária, com queima dentro da unidade, detentos feridos por disparos e até uma transmissão ao vivo da rebelião pelo Facebook [veja aqui]. Segundo escolhido, o motivo da revolta dos presos tem a ver com a atual direção, que estaria violando a cobal e retendo mantimentos.

A rebelião acontece um dia em seguida o assassínio do Vigilante Penitenciário Temporário (VPT), Elias de Sousa Silva, e da esposa dele, Ana Paula Dutra, nas proximidades do Multíplice Prisional. No entanto, ainda não há indícios de relação entre os dois eventos.

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