Resguardo contesta detenção de jurisconsulto que tentava visitar Alex Saab

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“Rejeitamos categoricamente a enunciação emitida pelo Comandante Regional na Ilhéu do Sal, da Direção da Polícia Vernáculo, relativamente às alegadas ações do Dr. Pinto Monteiro”, afirma em enviado de prelo o gabinete que defende Alex Saab em Cabo Virente.

A resguardo considera que Pinto Monteiro, que é sócio-gerente da empresa e atualmente o jurisconsulto principal em Cabo Virente do emissário Alex Saab, “é um dos advogados mais graduados de Cabo Virente e tido na mais subida estima pelos seus pares, tanto a nível sítio uma vez que internacional”.

Pinto Monteiro pretendia entrar na vivenda onde Saab está estagnado, para realizar a sua reunião diária com ele, tendo “protestado contra a brusquidão da procura a que foi submetido antes de poder entrar na vivenda”.

“Instamos o Governo de Cabo Virente a reconsiderar a sua posição e a parar de interferir com a equipa de resguardo do Legado Saab no seu recta de exercitar os seus deveres profissionais”, afirma a resguardo.

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A empresa exorta a comunidade internacional “a denunciar também o comportamento antidemocrático das autoridades cabo-verdianas e a enunciar um aviso para impedir que tais incidentes ocorram numa democracia padrão”.

O escritório de advogados considera que a detenção de Saab “é sem precedentes”, e interroga-se sobre “o propósito que poderia eventualmente servir”, visto que “tais ações são prejudiciais para a imagem de Cabo Virente uma vez que uma sociedade democrática construída sobre uma base de saudação pela lei e justiça para todos”.

As autoridades de Cabo Virente tinham rejeitado pela quarta vez na segunda-feira passada a ingressão aos membros da equipa jurídica internacional do Legado Saab.

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De contrato com o enviado de prelo, a mulher de Alex Saab continua à espera de que as autoridades garantam a sua ingressão e saída em segurança de Cabo Virente.

“Porquê cabo-verdianos, estamos profundamente preocupados com o facto de nunca antes, na história de Cabo Virente independente, o governo ter chegado a tais extremos para satisfazer os objetivos de política externa de outro Estado” e “exortamos o Primeiro-Ministro Correia a reconsiderar”, conclui o enviado.

Alex Saab, de 49 anos, foi estagnado em 12 de junho de 2020 pela Interpol e pelas autoridades cabo-verdianas, durante uma graduação técnica no Aeroporto Internacional Amílcar Cabral, na ilhota do Sal, com base num mandado de conquista internacional emitido pelos EUA, quando regressava de uma viagem ao Irão em representação da Venezuela, na qualidade de “enviado privativo”.

O Tribunal da Relação do Barlavento, na ilhota de São Vicente, já decidiu por duas vezes — a última das quais em janeiro, ambas com recurso da resguardo — pela extradição de Alex Saab para os EUA.

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O Governo da Venezuela exige a libertação de Alex Saab, garantindo que aquando da detenção no Sal, possuía isenção diplomática, pelo que Cabo Virente não podia ter permitido leste processo.

Por ter ultrapassado o prazo lítico de prisão preventiva, o empresário colombiano foi posto em prisão domiciliária no final de janeiro, mas sob fortes medidas de segurança.

Neste processo, os EUA, que pedem a extradição do colombiano, acusam Alex Saab de ter branqueado 350 milhões de dólares (295 milhões de euros) para remunerar atos de depravação do Presidente venezuelano, através do sistema financeiro norte-americano.

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