Qual o porvir do Recta com a perceptibilidade sintético?

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Créditos: Pete Linforth / Pixabay

A perceptibilidade sintético já faz secção da rotina de inúmeros escritórios de advocacia. Desde a geração do sistema Watson, pela IBM, robôs conseguem realizar atividades que antes demandavam o tempo de uma equipe inteira de advogados.

Por meio da computação cognitiva, softwares conseguem processar informações de forma muito semelhante ao cérebro humano. Ross é um exemplo do que a perceptibilidade sintético pode fazer pela advocacia.

O robô, que chegou ao mercado em 2017, consegue indagar documentos em segundos, além de orientar o legista para as melhores decisões a serem tomadas.

Ao que tudo indica, a perceptibilidade sintético não é unicamente uma verdade. Ela é também uma tendência da qual o legista não pode fugir. Mas o que esses recursos representam para o porvir do Recta e para a profissão do legista? Para entender mais sobre essa questão, não deixe de conferir o post que preparamos!

Lucidez sintético na advocacia: entenda esse recurso

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A perceptibilidade sintético é um ramo da advocacia que simula a capacidade humana de raciocinar, tomar decisões, indagar e até solucionar problemas jurídicos. Na advocacia, o uso da perceptibilidade sintético vem acompanhando uma tendência que já havia sido lançada pelos softwares jurídicos, ou seja, a de automação das práticas diárias. Porém, enquanto os softwares jurídicos só conseguiam minimizar o gasto de tempo com atividades de suporte, os robôs dão um passo a frente, automatizando também atividades de natureza intelectual.

Assim uma vez que os softwares jurídicos, o principal objetivo da perceptibilidade sintético é automatizar tarefas e rotinas, permitindo que o legista tenha mais produtividade no seu dia a dia. Hoje, um dos maiores desafios dos profissionais é ser eficiente, apesar de uma agenda multitarefa. Com os recursos tecnológicos, o legista pode ter mais suporte no dia a dia e mais tempo para se organizar e se destinar aos seus clientes.

Robôs, Big Data e novas soluções

Além dos robôs, que atuam uma vez que assistentes, outros recursos de perceptibilidade sintético vêm ganhando espaço no dia a dia dos escritórios. Os chatbots, por exemplo, são softwares instalados no site do escritório e fazem o atendimento preparatório de clientes. Com o uso de um chatbot é provável responder a questões comuns à clientela e direcionar os casos mais complexos aos advogados competentes, tornando o atendimento muito mais eficiente.

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A Jurimetria também é outro recurso de perceptibilidade sintético que vem trazendo bons resultados. Por meio da emprego de métodos quantitativos e estatística, é provável indagar dados de decisões e posicionamentos dos tribunais, garantindo uma estudo da jurisprudência muito mais assertiva. Com a Jurimetria, o legista pode gerar teses mais precisas, através da estudo de posicionamentos de um juiz ou tribunal. Com esse recurso, o legista consegue produzir teses mais estratégicas, garantindo maior verosimilhança de sucesso ao cliente.

Advogados em risco?

Ao contrário do que muitos profissionais temem, a perceptibilidade sintético não coloca em risco a profissão do legista. Por mais que os robôs contem com uma capacidade cognitiva, ela é limitada, de modo que as tarefas intelectuais ainda requerem a expertise e o conhecimento que só um legista tem.

Tarefas uma vez que elaboração de relatórios, estudo de dados e até resumo de processos já podem ser realizadas por um robô. Porém, redigir uma peça, discutir em obséquio de um cliente e prestar suporte por meio de serviços jurídicos são atividades que unicamente advogados conseguem fazer.

A capacidade de estudo, as competências sociais e até a originalidade, portanto, são competências dos advogados que não foram, e muito provavelmente não serão substituídas pela perceptibilidade sintético.

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A perceptibilidade sintético traz mais destreza e proporciona um bom suporte para qualquer escritório de advocacia. Por meio desse recurso, o legista ganha tempo, já que a compilação de dados e análises preliminares podem ser executadas por esses robôs. Graças ao investimento em perceptibilidade sintético, o legista consegue ter mais tempo para se destinar ao atendimento, gerir mais processos e até mais clientes.

Esse recurso, portanto, representa um favor para a advocacia e não uma ameaço, já que com a perceptibilidade sintético o legista consegue ter mais destreza e eficiência, com menos erros.

O porvir do Recta é do dedo

Depois dos softwares jurídicos, do processo eletrônico e da certificação do dedo, a perceptibilidade sintético representa unicamente mais um passo rumo a um porvir do dedo. A tendência é que mais recursos surjam para facilitar a rotina do legista, promovendo mais produtividade e mais eficiência. O uso de recursos tecnológicos na advocacia representa não unicamente mais eficiência, uma vez que também mais sustentabilidade para a prestação de serviços jurídicos.

Hoje, qualquer escritório enfrenta uma concorrência acirrada e sabe da pressão por mais eficiência e destreza. Ignorar recursos que chegaram ao mercado justamente com essa proposta de tornar o dia a dia mais eficiente significa perder oportunidades para se sobresair e lucrar competitividade.

Você já conhecia os recursos de perceptibilidade sintético que vem revolucionando o porvir da advocacia? Confira também as características de quem é um legista empreendedor. Clique e saiba mais!

*Item escrito em co-autoria com Helga Lutzoff Bevilacqua

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