No Dia da Mulher, 10 filmes baseados em personagens reais que entraram para a história

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O cinema é de ficção, mas as personagens são verdadeiras. A seguir, dez fillmes disponíveis em streaming com mulheres que entraram para a história.

‘Norma Rae’ (1979)

Sally Field em “Norma Rae” Foto: Divulgação

Sally Field levou seu primeiro Oscar de melhor atriz graças à personagem do título (1979), baseada na sindicalista Crystal Lee Sutton (1940-2009). Três gerações de sua família trabalharam na indústria têxtil que a demitiu porquê retaliação por denúncias —e, com isso, comprou combate vernáculo. O diretor Martin Ritt (“O indomado”) reencenou cuidadosamente a brava trajetória de Sutton. Telecine Play.

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‘Joy: o nome do sucesso’ (2015)

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Jennifer Lawrence interpreta a bem-sucedida empresária Joy Mangano —ainda que os créditos do filme de David O. Russell (de “Trapaça” e “O lado bom da vida”, ambos também com a atriz) atribuam a narrativa a uma convergência entre diversas mulheres. O histórico e a personalidade de Joy não indicavam que fosse uma boa aposta no mundo dos negócios, mas ela tornou-se um trator que passou por cima de muitos homens — e o filme trepida no seu ritmo. YouTube/Google Play

‘Erin Brockovich’ (2000)

Julia Roberts em "Erin Brockovich" Foto: Divulgação
Julia Roberts em “Erin Brockovich” Foto: Divulgação

Julia Roberts emprestou seu glamour de estrela para a ativista Erin Brockovich. Hoje uma notoriedade na trincheira ambientalista, ela não tinha formação em Recta quando arrumou trabalho num escritório de advocacia e abraçou caso espinhoso contra empresa de vigor elétrica. Nas mãos de Roberts (que ganhou o Oscar)  e do diretor Steven Soderbergh, sua história vira dinamite. YouTube/Google Play.

‘Escritores da liberdade’ (2007)

A história de Erin Gruwell lembra a de outros filmes com professores que transformam a vida dos alunos. A estratégia usada por ela (interpretada com vigor por Hilary Swank) foi usar experiências difíceis de jovens do ensino médio em relatos literários do front do preconceito e da desigualdade nos EUA. O diretor Richard LaGravenese recria a façanha de Gruwell com exaltação pela pretexto. Prime.

‘The Post: a guerra secreta’ (2017)

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Herdeira do quotidiano “The Washington Post”, Katharine Graham (1917-2001) era subestimada por muitos homens. A volta por cima começou com sua firme atuação na cobertura do vazamento de documentos do governo sobre a guerra do Vietnã (e completou-se com a participação do jornal no escândalo Watergate —mas esse é outro filme, “Todos os homens do presidente.”). Meryl Streep tem momentos sublimes na tradução da requisito feminina em mundo de machos querendo ser começo. Netflix.

‘Estrelas além do tempo’ (2016)

A discriminação de gênero e raça na NASA, a dependência espacial dos EUA, começou a ruir graças às três matemáticas do filme, as “figuras escondidas” do título original (“Hidden figures”): Katherine Johnson (1918-2020), Dorothy Vaughan (1910-2008) e Mary Jackson (1921-2005). Um trio de atrizes em divertida sintonia — Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe — dá leveza e espirituosidade a um embate turbulento. Telecine Play.

‘150 miligramas’ (2016)

Cena de "150 miligramas": Sidse Babett Knudsen interpreta médica contra farmacêutica
Foto: Divulgação
Cena de “150 miligramas”: Sidse Babett Knudsen interpreta médica contra farmacêutica
Foto: Divulgação

A ótima Sidse Babett Knudsen (da série “Borgen”) faz Irène Frachon, pneumologista em Brest (França). Ao suspeitar que algumas mortes deviam-se ao efeito paralelo de um medicamento, decidiu enfrentar o laboratório que o fabricava e a Anvisa francesa. Davi contra Golias, contraste que a diretora Emmanuelle Bercot (“De cabeça erguida”) usa para valorizar a coragem de Frachon. Globoplay

‘Harriet’ (2019)

Heroína na luta contra a escravidão nos EUA, Harriet Tubman morreu em 1913, com estimados 91 anos. A diretora Kasi Lemmons (“Fale comigo”) recria a fuga da herdade em que era escravizada e a libertação da família. Harriet ( Cynthia Erivo) comandou arriscadas missões de resgate e, na guerra social, uma tropa que libertou 700 escravizados. Telecine Play.

‘Suprema’ (2018)

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A formação de Ruth Bader Ginsburg (1933-2020), ministrada Suprema Incisão dos EUA que se tornou ícone pop para mulheres de diversas gerações, é recriada com frescor juvenil pela diretora Mimi Leder (“Impacto profundo”). Felicity Jones (“A teoria de tudo”) encarna muito a tenacidade de RBG (porquê era conhecida) ao tutelar sua primeira pretexto na Suprema Incisão, que desencadeou sua guerra lítico pela paridade de gêneros. Prime. Leia sátira.

‘Segredos oficiais’ (2019)

Katharine Gun trabalhava porquê tradutora para a lucidez britânica quando teve aproximação a documentos relacionados à pressão dos EUA para que o Recomendação de Segurança da ONU aprovasse a invasão do Iraque. Vazo ou não vazo? A atuação de Keira Knightley carrega de angústia o dilema ético de Gun, em suspense político muito transportado por Gavin Hood (“Puerícia rubada”). Prime.

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