Legista é recluso suspeito de importunar sexualmente grupo de mulheres em bar de Campinas | Campinas e Região

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Um jurisconsulto de 30 anos foi recluso em Campinas (SP) suspeito de importunação sexual contra um grupo de mulheres em um bar no Jd. Planalto, na noite do último domingo (7). Segundo o registro da ocorrência e depoimentos das vítimas, Nicholas Guedes Coppi apresentava sinais de embriaguez e, por algumas vezes, teria tocado e se esfregado nas jovens. Houve confusão no estabelecimento e a polícia foi acionada. Aos menos cinco mulheres depuseram contra o indiciado.

Uma das jovens, de 22 anos, disse que estava no bar trabalhando porquê DJ e que, em determinado momento, o jurisconsulto começou a pegá-la pelo braço, a beijar sua mão e, depois de um tempo, ele teria subido na cabine e a “encoxado”, além de restringir sua cintura.

Uma outra vítima, de 21 anos, disse que também atuava porquê DJ e que Coppi, ao subir na cabine, passou a mão e começou a se esfregar, chegando a esfregar o pênis nas suas costas. A jovem relata que em seguida o incidente, o possessor do bar pediu que o jurisconsulto deixasse o lugar, e que houve confronto físico.

‘Ninguém se sentiu incomodado’

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Em seu testemunho, já na madrugada desta segunda (8), Nicholas Guedes Coppi disse que o envolvente do bar parecia “uma balada” e que conversou com algumas meninas, sendo que se lembrava de duas que eram DJs e que até uma delas estendeu a mão e que ele ósculo a mão, destacando que, sinceramente, “ninguém se sentiu incomodado com isso.”

Ainda de convénio com o jurisconsulto, um dos sócios do bar teria aparecido em seguida, que veio tirar satisfação com ele e que chegaram em vias de veste.

Coppi passou por audiência de custódia nesta segunda, sendo que o juiz concedeu liberdade provisória para que o jurisconsulto, determinando que ele compareça a todos os atos do sindicância e processo, além de proibi-lo de frequentar bares, boates e sarau de qualquer espécie, e arbitrar uma fiança de R$ 5 milénio.

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O G1 tentou contato com o suspeito por telefone na noite desta segunda, mas Coppi não atendeu as ligações. Nesta terça (9), representantes do jurisconsulto se manifestaram por meio de nota, destacando que Nicholas não praticou nenhuma importunação ou doesto e que em nenhum momento teve a intenção de ofender as pessoas que estavam no bar.

“O jurisconsulto Nicholas Coppi informa que lamenta o ocorrido e que em momento qualquer teve a intenção de ofender as pessoas. Coppi é um respeitado profissional do Recta, ético e incansável na procura pela justiça. Afirma que sempre tratou as mulheres com reverência e que está inconformado com as acusações, pois são incompatíveis com a sua história de vida. Por término, o jurisconsulto deixa evidente que não praticou nenhuma importunação ou doesto, o que já foi pronunciado por ele às autoridades, e que tem a certeza de que tudo será devidamente explicado”.

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