Legista de suposto testa de ferro de Maduro é recluso em Cabo Virente – Notícias

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Praia, 11 mar (EFE).- Um dos advogados do empresário colombiano Álex Saab, criminado de ser testa de ferro do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi estagnado, e logo em seguida libertado, em Cabo Virente, quando ia visitar o cliente, que está recluso no país africano devido mandado expedido pelos Estados Unidos.

José Manuel Pinto Monteiro, de concórdia com expedido emitido nesta quinta-feira pela resguardo do próprio jurisperito, foi levado por policiais quando se dirigia para a moradia em que Saab cumpre regime de prisão domiciliar e em que iria “manter reunião diária” com o colombiano.

No texto, Pinto Monteiro acusou a forma brusca com que foi tratado antes de conseguir entrar na residência, localizada nas Ilhéu do Sal, na Costa Ocidental de Cabo Virente.

“Sua detenção não tem precedentes”, afirma o expedido.

“Exigimos que o governo de Cabo Virente reconsidere sua posição e deixe de interferir com a equipe de resguardo”, completa a nota, se referindo ao jurisperito de Saab.

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O texto ainda denunciou o que foi classificado porquê “comportamento antidemocrático” das autoridades do país africano.

Poucas horas depois de publicar a prisão, a própria resguardo de Pinto Monteiro revelou que a detenção e a libertação do jurisperito aconteceram ainda ontem, em procedimento “expresso”.

Na última sexta-feira, a equipe de resguardo de Saab divulgou que o governo de Cabo Virente havia refutado, pela quarta vez, a ingresso no país dos advogados do empresário colombiano.

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O suposto testa de ferro de Maduro foi recluso em 12 de junho do ano pretérito, quando o avião que viajava fez graduação no Aeroporto Internacional Amilcar Cabral, na Ilhéu do Sal, no cumprimento de um pedido de prisão feito pelos Estados Unidos à Interpol, pelo suposto transgressão de lavagem de verba.

O governo e um tribunal de justiça de Cabo Virente autorizaram a extradição de Saab, que foi nomeado pela Venezuela porquê “enviado privativo” e “representante permanente junto” na União Africana. O empresário recorreu ao Supremo cabo-verdiano.

Na semana passada, o governo venezuelano exigiu a “libertação imediata” do colombiano, por considerar que foi violada a isenção diplomática do recluso.

Saab, que tem origem libanesa, é assinalado porquê ligado a várias empresas, entre elas, a Group Grand Limited (GGL), acusada de fornecer vitualhas superfaturados para um programa do governo de Maduro de ajuda aos mais pobres.

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No ano pretérito, o empresário e três enteados do presidente da Venezuela teriam lucrado “centenas de milhões de dólares com a fraude”, de concórdia com denunciação feita pelos Estados Unidos.

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