Legista chins suspenso recebe prestigiado prmio de Direitos Humanos – Internacional

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O jurista chins Yu Wensheng, suspenso desde 2018, obteve nesta quinta-feira (11) o prestigiado prmio Martin Ennals, que homenageia o primeiro secretrio-geral da Anistia Internacional por seu trabalho na resguardo dos direitos humanos na China.

O jri do prmio destacou a “coragem” do jurista de 54 anos e diretor da fundao Martin Ennals, Philippe Currat, expressou sua esperana de que propalar seus feitos “o ajude a restabelecer a liberdade”.

“Meu marido sempre ajudou os demais e defendeu o Estado de recta. Nunca foi culpado e deveria ser absolvido imediatamente”, disse sua esposa, Xu Yan, presente na cerimnia virtual.

O padroeiro, que segundo sua esposa est mal de sade aps vrios anos de priso, foi suspenso em Pequim em janeiro de 2018 por seu ativismo em prol da democracia e o Estado de recta.

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Sua deteno, na presena do fruto pequeno, ocorreu horas depois de grafar uma pilastra pedindo reformas constitucionais, porquê eleies com vrios candidatos. Em julho, foi réprobo a quatro anos de priso.

Yu “provocou a ira das autoridades governamentais por ter defendido outros advogados detidos no mbito da vaga de represso ‘709’ e por pedir uma reforma constitucional”, indicam os organizadores do prmio.

Esta campanha repressiva, lanada pela China em 9 de julho de 2015 conduziu deteno de centenas de membros do gabinete de advogados e de ativistas e gerou muitas reaes internacionais.

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Dotado entre 30.000 e 50.000 francos suos (34.000-56.000 dlares), o prmio entregue anualmente desde 1994 por um jri formado por representantes de “10 as mais importantes” ONGs, porquê a Anistia Internacional e a Human Rights Watch.

Em at quatro ocasies o prmio foi facultado a candidatos por seu trabalho na Amrica Latina: ao prelado mexicano Samuel Ruiz Garca em 1997; s Brigadas Internacionais de Tranquilidade em 2001; ao padroeiro colombiano Alirio Uribe Muoz em 2003; e advogada mexicana Alejandra Ancheita em 2014.

As finalistas da edio atual foram a ativista de direitos da mulher Loujain al Hathloul, recentemente libertada na Arbia Saudita, e a fotgrafa turcomena Soltan Achilova.

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