Legista afirma suportar perseguição pela Prefeitura de Santa Terezinha de Goiás

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Posteriormente falsa denúncia de que havia plantação de maconha em sua mansão, legista da oposição acredita em perseguição processual. Prefeita eleita, aguarda audiência para saber se terá ou não procuração cassado

Cuchá, vegetal típica do Nordeste | Foto: reprodução

O legista Frank Willian Pitaluga afirma que vem sofrendo perseguições por segmento da Prefeitura de Santa Terezinha de Goiás. Ao Jornal Opção, ele disse que além de atuar no Sindicato dos Servidores do município, tem legista para o DEM, partido da oposição que entrou com pedido de cassação do procuração da prefeita Karla do Sillas, do MDB, eleita com 57,45% dos votos, derrotando Tonim Camargo, que ficou em segundo lugar com 42,55% nas eleições de 2020.

Segundo o legista, durante a campanha a prefeita teria cometido diversas irregularidades que podem resultar na cassação de seu procuração. “Na campanha da prefeita que foi eleita houve compra de votos, temos fotos e vídeos, houve doações ilícitas. Compraram muito voto, fizeram boca de urna, portanto, os crimes são todos caracterizados no código eleitoral. O risco de ser cassado o procuração e o diploma é muito grande, a gente estava esperando o juiz voltar de férias”, conta Willian.

De tratado com o legista, a partir do momento que o juiz pediu as testemunhas, as perseguições teriam sucedido. “Na prefeitura quase que não consigo falar com ninguém e agora eles vieram com essa que tinha plantação de maconha na minha mansão e no escritório e que estava comercializando e tudo mais. Vieram dois delegados, um agente da Polícia Social e dois advogados da OAB par seguir a situação, verificar se havia alguma ilegalidade”, relata.

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“Eles chegaram e constataram que não havia nenhum tipo de ilegalidade, que não existe pé de maconha, a vegetal que existe é cuchá, uma vegetal típica do Maranhão. Mas, usaram essa questão de ser maconha e tudo mais para fazer eles virem cá para me tirar de circulação processual, porque tinha procura e consumição para os computadores e celulares, para me deixar totalmente sem sustento tecnológico e sem trabalhar”, completa o legista Willian.

Mandado de segurança

Ainda segundo o legista, os servidores da prefeitura também tem sido meta das perseguições. “Eu vou entrar essa semana agora com três mandados de segurança porque estão fazendo perseguição política com funcionários e eu porquê legista do sindicato eu vou ter que entrar com um mandado de segurança porque eles estão descumprindo concursos públicos, as pessoas foram concursadas para uma determinada extensão e estão desviando e alegando que podem fazer essa transferência  e não pode uma vez que essa pessoa prestou o concurso foi aprovada para aquele incumbência e aquela função”, disse.

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Em relação a audiência de cassação do procuração da prefeita, segue a expectativa de uma data para que seja dada a sentença.

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