Jurista pede repúdio da resguardo de réu da Omertà em todos os processos

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O jurisperito David de Moura Olindo, de Sidrolândia, pediu repúdio da resguardo de Jamil Name em todos os processos relativos à Operação Omertà, deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Privativo e Combate ao Transgressão Organizado), do Ministério Público Estadual, e pelo Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Bancos, Assaltos e Sequestros).

Na segunda-feira (1º), o Gaeco ofereceu denúncia contra oito alvos da Omertà, entre eles o jurisperito. Desta vez, o grupo foi réu de tentar impedir ou embaraçar investigação policial, veste revelado na segunda temporada da operação, em 17 de março de 2020, com projecto de realização de autoridades em Mato Grosso do Sul.

Conforme a peça, a denúncia do Gaeco foi embasada no projecto de realização e atentado contra a vida de autoridades públicas, revelado em seguida consumição de um pedaço de papel higiênico no Presídio Federalista de Mossoró (RN). No papel, foram escritas ordens de assassínio de promotor do Gaeco, protector público e mandatário da Polícia Social que coordenava a força-tarefa.

Segundo a denúncia, os presos se comunicavam com os outros integrantes da organização por meio de dois advogados, que também foram alvos da Omertà. Um deles é Davi e o outro é da Paraíba, mas já foi mandatário em Campo Grande. Tais ordens logo seriam repassadas a duas pessoas ligadas à família de Jamil Name, que seriam responsáveis por “adotarem providências e efetivação das execuções”, segundo o Gaeco.

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Apesar da repúdio, David encaminhou pedido de produção antecipada de provas para provar que as alegações em razão de sua pessoa, “são absurdas e infundadas, constituindo a falácia do MPE, verdadeira forma de intimidação do profissional que denuncia, veste que será levado ao conhecimento do Juízo federalista da Ordem dos advogados do Brasil e ao CNJ (Juízo Vernáculo de Justiça”.

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