Guedes cita seguro-emprego para ajudar pequenas empresas | Rede Jornal Contábil

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Secção do programa para evitar demissões em empresas afetadas pela pandemia pode ser financiada por um “seguro-emprego”, disse hoje (11) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em encontro da Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa, ele sugeriu que o governo pague R$ 500 por trabalhador, a cada mês, para preservar o serviço, numa novidade rodada de ajuda aos pequenos negócios.

FOTO: EDU ANDRADE/Ascom/ME
FOTO: EDU ANDRADE/Ascom/ME

“Por que não dar R$ 500 para ter um seguro-emprego? Em vez de esperar alguém ser despedido e dar R$ 1 milénio, vamos evitar a destituição pagando R$ 500 antes. Um seguro-emprego. Em vez de uma cobertura de quatro, cinco meses, uma vez que é hoje no seguro-desemprego, vamos fazer uma cobertura de 11 meses, 12 meses pela metade do dispêndio”, declarou o ministro, sem dar mais detalhes.

O ministro prometeu novas medidas de ajuda além do Mercê Emergencial (BEm), que complementa a renda do empregado com jornada reduzida ou contrato suspenso, e do Programa Vernáculo de Espeque às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). Ele, no entanto, não explicou que novas medidas seriam essas. Exclusivamente disse que as medidas “vêm aí” e serão anunciadas pelo presidente Jair Bolsonaro mais adiante.

Na semana passada, Guedes tinha anunciado que o governo pretendia antecipar o décimo terceiro salário de aposentados e pensionistas do Instituto Vernáculo do Seguro Social (INSS). Na ocasião, ele disse que a medida só sairia posteriormente a aprovação do Orçamento Universal da União de 2021, ainda em tramitação no Congresso.

Imposto

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No encontro, Guedes ressaltou a preço dos negócios de menor porte para a geração de empregos. “Mais de 90% das empresas e quase 60% do serviço, quase 30% do PIB [Produto Interno Bruto], vêm dos pequenos negócios; sempre tivemos essa consciência”, disse. “As micro e pequenas empresas são a pilastra vertebral da economia.”

Ao reafirmar que a economia e a saúde andam juntas, Guedes listou diversas medidas tomadas pelo governo, no ano pretérito, para enfrentar a crise decorrente da pandemia de covid-19. Mencionou que o governo foi responsável, em conjunto com o Congresso, pela geração do auxílio emergencial em 2020. “Nós fizemos essas medidas. Escrevemos isso e mandamos para o Congresso, que foi trabalhando [aumentando o valor original de R$ 200 para R$ 600]”, comentou.

Recuperação

Guedes voltou a declarar que a economia brasileira está se recuperando em “V” (poderoso queda, seguida de poderoso subida) e que ganhará impulso com a vacinação em volume. Segundo ele, nos próximos dias, a Receita Federalista anunciará arrecadação recorde em fevereiro.

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“A arrecadação é um tanto que devemos anunciar no sumo na semana que vem. A arrecadação, em fevereiro deste ano, recorde histórico para fevereiros. A economia voltou em ‘V’, está começando a decolar de novo. Vacina em volume de um lado, para o retorno seguro ao trabalho, e, de outro lado, remoinhar a economia. É isso que estamos olhando para a frente”, declarou o ministro.

Manadeira Escritório Brasil – Por Wellton Sumo

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