Executiva da Nike pede deposição depois fruto usar seu cartão de crédito para comprar 600 pares de tênis – Pequenas Empresas Grandes Negócios

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Loja de tênis (Foto: Pexels)

Joe Hebert, de 19 anos, faz secção de um novo grupo de empreendedores da geração Z: o dos aficcionados por tênis que compram modelos cobiçados em grande quantidade e os revendem por um valor muito mais cimo.

Uma dessas transações, no entanto, teve impactos que Joe não previa. Em 30 de julho de 2020, Joe recebeu, no seu arrecadação alugado em Oregon, nos Estados Unidos, 600 pares de tênis no protótipo Yeezy Boost 350 Zyon, lançado 12 dias antes pela Adidas.

Com unicamente 40 milénio modelos disponíveis, os tênis se esgotaram na loja virtual da marca em poucas horas. No mercado paralelo, quem conseguiu comprar vendia seus pares por até US$ 100 a mais do que o preço original dos tênis (que custavam US$ 220).

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Para conseguir realizar a compra de todos os pares, Joe organizou um esquema: recrutou 15 aliados para ajudá-lo na missão de comprar os calçados e manipulou o sistema da loja, que liberava unicamente um par por cliente.

Na manhã seguinte, quando os produtos já estavam esgotados na venda solene, ele tinha conseguido 600 pares para revender na sua loja, a West Coast Streetwear. A compra, realizada com um cartão de crédito, totalizou US$ 132 milénio, o equivalente a R$ 750 milénio.

Em pouco tempo, todos os pares de tênis foram revendidos pela loja de Hebert, que lucrou US$ 20 milénio (R$ 113 milénio) com o negócio.

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A pandemia impulsionou a revenda de tênis pela internet e o faturamento da West Coast Streetwear triplicou. “Em maio, faturamos US$ 600 milénio”, disse o empreendedor em entrevista à Bloomberg. 

Entretanto, a própria reportagem da Bloomberg, que apurava a material privativo sobre a geração de revendedores de tênis, descobriu que o cartão de crédito usado para a compra dos 600 pares por Hebert estava no nome de Ann Hebert, executiva da Nike há 25 anos.

Questionado, Joe Hebert reconheceu que Ann era a sua mãe, porém afirmou que a executiva zero tinha a ver com seus negócios, embora o tivesse inspirado uma vez que empresário. “Minha mãe está ocupada demais com o seu trabalho na Nike para seguir o que eu faço uma vez que empreendedor. Nunca recebi dela informações privilegiadas ou cupons de desconto”, disse.

Na última segunda-feira (1/3), Ann Hebert pediu deposição de seu missão. Em nota, a Nike relatou que a colaboradora renunciou voluntariamente e agradeceu pelo período de dedicação e comprometimento profissional.

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