Em Santa Catarina, 74% das mulheres empreendem em procura de melhores oportunidades

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A participação das mulheres na vida econômica catarinense aumenta consideravelmente ano depois ano. Muitas delas empreendem em procura de uma atividade rentável que possa ser construída de forma autônoma e independente. E na data em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, dados apresentados pelo Sebrae indicam que, em Santa Catarina, 74% das mulheres empreendem em procura de melhores oportunidades. Enquanto 26% abrem seu negócio por urgência. Do totalidade, 78% são optantes do Simples Pátrio, ou seja, são microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP).

E quando se trata de oportunidade, Luana Menegat, 27 anos, formada em Recta, sabe muito muito o significado desta vocábulo. A jovem atua na espaço de contabilidade desde 2012. Em 2018, começou empreender, por meio de uma sociedade com uma empresa de contabilidade do dedo, a Razonet, maior startup vinculada ao Núcleo de Inovação de Joaçaba.

“No início, o maior repto foi ocupar e fazer o cliente incumbir. Hoje temos mais de milénio. E fica uma dica: se a empresa tem altos e baixos, mostra que ela está crescendo. Persista. É reptante, mas vale a pena. Eu sinto orgulho de ser empreendedora e levar isto para o Brasil todo”, comemora Luana.

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Luana Menegat

“As micro e pequenas empresas são os grandes impulsionadores do desenvolvimento econômico de Santa Catarina. E as mulheres, cada vez mais representativas nesta fatia de mercado, contribuem para o fortalecimento de novos negócios e oportunidades”, afirma o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon.

Rendimento Zero

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Uma das ações que vem estimulando investimentos e o incremento de pequenos negócios no Estado é o Rendimento Zero. Para Rossana Hamann, de 27 anos, o programa criado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), foi a solução que faltava para o pontapé inicial do seu pequeno negócio. 

“Comecei a trabalhar quando tinha 14 anos, porquê manicure, em um salão de formosura e nunca mais parei. Fiz cursos de maquiagem, penteado, escova, entre outros. Mas na pandemia eu senti uma urgência: ter um espaço só meu e ter pessoas trabalhando ao meu lado, com a mesma pretensão que eu: facilitar outras meninas a ter autocuidado e melhorar a autoestima delas. Foi aí que o Rendimento Zero me deu aquela ajudinha e dei o primeiro passo. Hoje, trabalho com sete mulheres dentro do meu espaço. É só o primeiro, de muitos”, comenta Hamann.

Residente em São José, na Grande Florianópolis, Tamires Flores, de 27 anos, atuava na espaço da enfermagem. Até que um dia idealizou montar o seu próprio negócio. “Hoje sou empreendedora, tenho uma loja esotérica e estúdio de terapias, onde 80% do meu público é feminino. Elas são muito mais que clientes, são parceiras e amigas. Todas temos dificuldades, mas não podemos desistir. E o Rendimento Zero me ajudou a permanecer, a persistir no meu sonho. Não desista do seu objetivo”, frisa.

Só no ano de 2020, foram mais de 56 milénio mulheres que aderiram ao Rendimento Zero, que segue ajudando na formalização de Microempreendedores Individuais e no incentivo aos pequenos negócios em Santa Catarina.

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Uma vez que aderir

Por meio do Rendimento Zero, o MEI recebe um crédito de até R$ 5 milénio para investir no seu negócio. Podem aderir ao programa todo o Microempreendedor Individual formalizado. Os empréstimos podem ser pagos em oito parcelas. Ao quitar as sete primeiras em dia, a última é paga pelo Estado.

“Levante recurso é fundamental, pois ajuda aquele MEI a principiar seu negócio, movimenta a economia, tira ele da informalidade e o principal, estimula o espírito empreendedor dos catarinenses”, explica a diretora de Empreendedorismo e Competitividade da SDE, Letícia Duarte.

Colaboração: Mariane Lidorio – Assessoria de Informação

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