Desembargador que ofendeu guarda diz suportar de ‘mal psiquiátrico’ em recurso | Brasil

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Reprodução

Desembargador rasgando multa de guarda

O
desembargador
sentenciado a remunerar uma indenização de R$ 20 milénio por danos morais ao guarda municipal a quem chamou de ” iletrado
” em seguida receber multa por andejar sem máscara na praia de Santos (SP)
entrou com recurso para derrubar a sentença. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
.

Eduardo Siqueira
foi distante do Tribunal de Justiça de São Paulo em seguida o incidente. Um documento de 28 páginas enviado ao raciocínio da 10ª Vara Cível de São Paulo na última quinta-feira, 18. Nele, a resguardo argumenta que o magistrado sofre de “mal psiquiátrico” e faz uso de medicamentos controlados.

“No dia do incidente, estava o apelante [Eduardo Siqueira] privado da medicação em função da pandemia, o que alterou ainda mais seu estado anímico”, diz um trecho da recurso assinada pelos advogados Salo Kibrit e Maria Inês Kibrit.

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De negócio com a resguardo, o desembargador agiu “no calor da discussão” e não teve a intenção de ofender os guardas municipais, exclusivamente quis mostrar sua “indignação”
com a abordagem e com o decreto municipal, que tornou o uso de máscara obrigatório em locais públicos de Santos.

O pedido de indenização também foi disposto em incerteza pelos advogados, que alegam que Siqueira foi vítima de uma “armação” e de “um flagrante prestes”. Eles ainda ressaltam que o próprio guarda municipal decidiu publicar o vídeo nas redes sociais, dizendo que a exposição do incidente acabou beneficiando o agente.

“Ainda que houvesse sido humilhado e que tal lhe tivesse causado qualquer dissabor, certamente isso não teria ganhado a proporção que acabou por tomar, senão em virtude de sua conduta, de levar a público a filmagem, com evidente intuito de auto promoção”, diz a resguardo do desembargador.

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