Caixa Tem vai liberar valores de até R$1.000 em 2021; veja uma vez que fazer

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Está confirmado. A Caixa Econômica Federalista vai liberar um empréstimo a partir do mês de março deste ano para tapume de 67 milhões de cidadãos brasileiros por meio do aplicativo Caixa Tem, juntando, assim, com o favor do auxílio emergencial, Bolsa Família e Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

De conformidade com Pedro Guimarães, presidente da instituição, a novidade função irá liberar um crédito de até R$ R$1.000 para pessoas de baixa renda, com taxa de juros menores que as exigidas no mercado.

O presidente explicou que a maioria das pessoas cadastradas na poupança social do dedo, movimentada pela plataforma Caixa Tem, são cidadãos que não possuem nenhum vínculo bancário, e afirmou que os serviços disponibilizados pelo aplicativo garantirá de certa forma uma espécie de bancarização da população.

O gestor disse ainda que a inclusão da risco de crédito no app possibilitará que mais brasileiros estejam inseridos, através da solicitação e aprovação do empréstimo, na injeção econômica do país, a termo de melhorar a movimentação de quantia durante ao cenário de pandemia.

Caixa Tem

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Os pagamentos do auxílio emergencial de R$ 600 e R$ 300 foram efetuados até 2020 e vão seguir seguir em 2021. Enquanto isso, para suprir a falta do favor, o Governo segue planejando ideias para com objetivo de ajudar financeiramente os trabalhadores informais durante a pandemia. O governo procura lançar um novo microcrédito.

A expectativa é que o valor do empréstimo fique entre R$1.500 e R$5.000. Recentemente, o ponto foi tema de conversa entre o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, e o presidente do Banco Medial, Roberto Campos Neto.

A gestora de pagamentos do auxílio emergencial, a Caixa Econômica Federalista deverá ser a responsável pela liberação do microcrédito. Hoje, o banco disponibiliza R$ 10 bilhões para financiamento da risco de crédito. No entanto, o valor pode subir e saber o patamar de R$ 25 bilhões, caso algumas medidas em estudo pela equipe econômica sejam feitas.

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O decreto que estabelece o estado de calamidade pública no Brasil por conta da pandemia do novo coronavírus seguirá em vigor até 31 de dezembro, mesma data em que o auxílio emergencial chega ao termo. A princípio, o Governo não irá realizar uma novidade prorrogação do programa, sob a justificativa de que não possui mais verba suficiente para remunerar o favor.

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