Bitcoin bate novo recorde de R$ 260 milénio, mas economista alerta para os perigos

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Com o preço do Bitcoin voltando a subir nas corretoras, o novo recorde de preços da moeda segue sendo renovado. Com o preço escalando para topos desconhecidos, um brasiliano alertou para os riscos do mercado.

Segundo Fernando Ulrich, o preço da principal criptomoeda subiu em seguida a compra da Tesla. Várias notícias surgiram de todos os lados no mercado, principalmente com relação à adoção do bitcoin por empresas.

O economista austríaco afirmou que a ingressão da Mastercard e da BNY Mellon no mercado de bitcoin são movimentos muito importantes. Aliás, o PayPal, que já negocia criptomoedas nos Estados Unidos, planeja expandir para o Reino Uno.

Recheado de boas novidades, o bitcoin segue se aproximando de US$ 50 milénio. Essa é a principal barreira psicológica que o mercado aguarda ansioso pelo rompimento.

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Todavia, o caminho de subida do Bitcoin pode estar começando a inflamar alerta perigoso.

Preço do Bitcoin volta a subir e se aproxima de US$ 50 milénio

A comunidade de bitcoin mundial se agitou nesta semana, principalmente com a chegada de grandes empresas. Algumas, inclusive, aumentando a exposição ao ativo do dedo repentinamente.

Esse movimento surpresa e simultâneo leva o bitcoin a valorizar bastante no mercado. Nesta quinta-feira (11), por exemplo, o preço do ativo chegou a ser cotado em US$ 49 milénio em algumas corretoras.

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No Brasil, com o Real ainda fraco, o bitcoin rompeu R$ 260 milénio por moeda. A subida mundial animou o mercado, com a ingressão de importantes empresas falando sobre Bitcoin.

Considerando somente os últimos sete dias, o preço do Bitcoin sobe mais de 30%. Um dos animados com o momento foi o brasiliano Fernando Ulrich, que gravou até uma live surpresa para seu meato no YouTube.

Ao comentar o momento, ele destacou que muitas empresas ajudaram o Bitcoin em sua recente escalada. O momento, entretanto, exige cautela dos investidores.

Alerta de risco para o bitcoin começa a ser visto em fundamentos

De consonância com Ulrich, o momento é bom, mas os fundamentos do bitcoin começaram a desassossegar. Enquanto alguns indicadores já dão sinal amarelo, outros já estão em vermelho, ou seja, com sobranceiro risco no mercado.

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Um deles é o preço do bitcoin divido pela média traste simples de 200 dias, que chegou a registrar 2,80 no Múltiplo Mayer. Segundo o entusiasta do bitcoin, quando essa marca é alcançada, um sinal amarelo liga o alerta de risco para investidores.

Outro sinal preocupante que Fernando acredita estar aumentando é o valor do mercado. Ainda longe da máxima vista em 2017, o valor de mercado do bitcoin dividido pelo valor de mercado realizado está muito sobranceiro.

Um sinal preocupante também é o aumento da mediana das tarifas de bitcoin, que se aproximam de US $ 10. Esse seria o segundo maior patamar desde 2017, um momento de bolha do mercado. Porquê a métrica voltou a subir, Fernando Ulrich afirmou que o mercado pode ter esticado, ou seja, há o risco de “sobrecompra” e levante é um sinal vermelho.

Porquê as taxas subiram, a rede começou a permanecer sobrecarregada de transações. O economista também alerta que levante é um sinal preocupante.

No limitado prazo, Ulrich afirma que o mercado poderia até subir para US$ 50 ou US$ 100 milénio. Todavia, esse momento de otimismo exige muita cautela, com alertas vermelho e amarelo já acendendo no mercado.

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