Balcão Virtual passa a funcionar na comarca de Pedras de Queima (PB)

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Desde a última terça-feira (2/3), a comarca de Pedras do Queima (PB) conta com o Balcão Virtual para aprimorar o atendimento a advogadas, advogados e toda a sociedade que procura os serviços do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). A iniciativa tem uma vez que base o Ato da Presidência 12/2021, que suspendeu atos presenciais ordinários nas comarcas com bandeira vermelha e laranja, atendendo a medidas restritivas de disseminação da Covid-19, e alinhada à Solução 372/2021 do Juízo Pátrio de Justiça (CNJ).

Segundo a juíza titular da comarca, Higyna Josita, o Balcão Virtual funciona a partir da preâmbulo de um envolvente do dedo, no horário de expediente, pela plataforma Google Meets. “A partir de um link disponibilizado pelo Instagram da comarca (@comarcadepedrasdefogo) e pelo WhatsApp (83) 991-422-951, as pessoas interessadas terão aproximação a uma sala virtual, onde poderão falar com o servidor plantonista do dia, que estará a postos para orientar e retirar dúvidas dos jurisdicionados e advogados.”

O horário de expediente vai das 7h às 13h. “O melhor é que a pessoa interessada no atendimento poderá fazer isso de qualquer lugar onde estiver, através da internet, usando até mesmo o celular que dispõe”, acrescentou Higyna Josita.

Paralelamente, a unidade judiciária mantém o atendimento por WhatsApp, com uma inovação. “O servidor plantonista do dia acessará, remotamente, o aplicativo solene da comarca e, em tempo real, responderá ao solicitante, mesmo estando em regime de teletrabalho, em sua residência”, disse a juíza. Isso será provável por meio de uma técnica de sincronização do WhatsApp Web, onde o servidor que estiver presencialmente no Fórum concede aproximação via QRCode ao servidor plantonista do dia, que estará em atendimento remoto da residência.

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Higyna Josita ressaltou que a prestação jurisdicional é um serviço precípuo à população e que não pode parar devido a pandemia. “Nascente momento nos ensinou que o fenômeno da transformação do dedo é uma arma que deve ser usada sem moderação para entrega da prestação jurisdicional a quem precisa do nosso serviço.”

Manancial: TJPB

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