Baixa de ativo imobilizado: porquê funciona na prática | Rede Jornal Contábil

-

- Publicidade -

A baixa do ativo imobilizado normalmente não ocorre quando ele é considerado totalmente depreciado, ou seja, o seu valor na contabilidade chegou a zero. 

Nascente item só terá a baixa contábil quando ele definitivamente não fizer mais secção do patrimônio da empresa.

No intuito de aprofundar no tema, iremos expor algumas dúvidas e respectivas soluções a seguir. Observe!

Uma vez que proceder em casos de baixa parcial?

Por exemplo, quando uma máquina de costura automática estraga somente o monitor, e ainda assim haverá o descarte e substituição do equipamento. 

- Publicidade -

Em situações que ocorrem baixas parciais, conforme exemplificado supra, é preciso dar baixa no valor da secção (componente), sendo assim, a recomendação é para que se crie um subitem com peça substituída.

É bastante generalidade em várias circunstâncias não obter a informação relativa ao valor do componente a ser baixado, motivo que ressalta a relevância da consulta de profissionais capacitados, muito porquê a documentação composta por todo o histórico já realizado. 

É verosímil subtrair somente um intangível por doidice/venda?

Por exemplo, no caso do software desativado.

- Advertisement -

Há diversas razões que resultam na baixa de um ativo, sendo verosímil antecipar a baixa em circunstâncias de desativação, porém, somente quando há a recordação de reconhecimento e contabilidade da perda.

A baixa parcial de um sinistro do ICMS pode ser estornada na mesma proporção em que o muito foi baixado?

Antes de mais zero, suponha que durante a apropriação do crédito houve um sinistro, situação que de harmonia com a lei, não exige o estorno do crédito.

Neste caso será preciso somente fazer a baixa do muito no Conjunto G e interromper o aproveitamento do crédito do CIAP, sem que seja necessário o eventual estorno.

Baixa de ativo imobilizado indevido

Uma vez que no caso da realização de uma nota de baixa do ativo imobilizado indevido, mas que no mês seguinte foi verificada a baixa indevida.

- Publicidade -

Nesta situação surge a incerteza de porquê fazer a devida regularização sem gerar nenhum prejuízo fiscal.

Na existência de tempo hábil, o melhor procedimento é reabrir o período e refazer a operação. 

Diante dessa possibilidade, é necessário estudar os impactos e saber porquê proceder com as correções de harmonia com a CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. 

Designed by @pressfoto / freepik

Bens diretamente relacionados à produção cuja desdoiro compõe o dispêndio de vendas deverão ser alocados porquê valor de perna no dispêndio?

Uma vez que no caso da existência de bens físicos no imobilizado, respectivamente registrados na contabilidade e baixados mediante recibo assinado pela diretoria.

No entanto, o entendimento é de que tal ação não se faz necessária. 

O valor do muito e da desdoiro mensal precisam ser reajustados?

Neste caso a incerteza se refere à baixa parcial, e a substituição de uma peça específica de um muito, resultando nas devidas adequações. 

Para isso, é preciso explorar a relevância do componente em questão, além da possibilidade de aumento da vida útil mediante a substituição ou não. 

Segundo a legislação tributária vigente, o dispêndio das melhorias realizadas aos bens do ativo permanente, cuja vida útil seja superior ao período de um ano, é preciso ser imobilizado para somente depois da desdoiro ou amortização. 

Por isso o PN-CST-22/87, estabeleceu que seria verosímil prescrever o valor de “baixa das partes ou peças substituídas”, por meio da incidência do percentual de desdoiro correspondente à parcela não depreciada do muito, perante o dispêndio de substituição das partes e peças. 

Sendo assim, se o dispêndio de substituição do motor de um veículo for de R$ 10 milénio e já tiver sido depreciado em 70%, o valor da baixa do motor substituído será de 30% sobre o valor de R$ 10 milénio, ficando da seguinte forma:

D – Veículos R$ 7 milénio

D – Despesas com Manutenção R$ 3 milénio

C – Fornecedor/Banco R$ 10 milénio

Nota-se que o valor adicionado à conta Veículos, de R$ 7 milénio, deverá ser depreciado dentro do prazo restante da vida útil do veículo. 

Todavia, se o veículo tiver sido totalmente depreciado, o mesmo poderá ocorrer novamente em um novo prazo de vida útil aguardado em virtude da substituição.

Porém, o valor de R$ 10 milénio, exceto quando o aumento da vida útil for subordinado a um ano, poderá ser lançado em despesa operacional dedutível. 

Baixa de bens não identificados no inventário físico

Neste cenário, a melhor prática recomendada primeiramente se trata da alocação desses bens mediante uma conta específica de sobras contábeis. 

Porque assim será verosímil provar a não existência dos bens, devendo-se proceder com a baixa dos mesmos, tendo porquê documento base um relatório de baixas da empresa externa, além de um relatório com a devida assinatura dos profissionais responsáveis. 

Dica Extra: Já imaginou aprender 10 anos de Prática Contábil em poucas semanas?

Conheça um dos programas mais completos do mercado que vai te ensinar tudo que um contador precisa saber no seu dia a dia contábil, porquê: Rotinas Fiscais, Lhaneza, Diferença e Fechamento de empresas, tudo sobre Imposto de Renda, MEIs, Simples Vernáculo, Lucro Presumido, enfim, TUDO que você precisa saber para se tornar um Profissional Contábil Qualificado.

Se você precisa de Prática Contábil, clique cá e entenda porquê aprender tudo isso e se tornar um verdadeiro profissional contábil.

Por Laura Alvarenga 

- Publicidade -

Compartilhe

Recent comments