Associação critíca jurista que processou prefeitura para não se vacinar – Capital

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A Percentagem de Prerrogativas dos Magistrados da Amansul (Associação de Magistrados de Mato Grosso do Sul) criticou a postura do  jurista douradense Vlailton Milani Viegas Carbonari, de 26 anos, que entrou com uma ação na justiça contra a prefeitura de Dourados, requerendo a possibilidade de não se vacinar contra a covid-19, caso a imunização vire obrigatória.

Depois de ter o pedido refutado e ser sentenciado a remunerar R$ 11 milénio por treino criticável de direitos processuais, o jurista atacou o juiz responsável pela decisão, José Domingues Fruto, da 6ª. Vara Cível de Dourados e sua assessoria em uma postagem no Facebook.

Ao discutir que não era um “negacionista”, conforme citado pelo juiz na decisão o jurista chamou o professor universitário e assessor do magistrado de “caipira totalmente submisso às modinhas midiáticas”. Vlailton ainda complementou a mensagem dizendo que o juiz sequer sabia o significado da sentença e que apostava “um braço” que o magistrado ouviu a vocábulo no “programa Fantástico da Orbe e saiu repetindo igual um papagaio”. A postagem intitulada “NEGACIONISTA, OU: O NEGÃO SIONISTA” é acompanhada de uma foto do comediante Mussum, morto em 1994.

Procurada pela reportagem a Amamsul, comentou que recebeu a postagem com “surpresa”, mediante os termos “agressivos, desrespeitosos e ofensivos” usados pelo jurista “em  sintoma não condizente com  a pundonor da Advocacia e da Magistratura, incompatível  com o reverência  que deve permear as relações entre as classes” afirmou o presidente da instituição,  Giuliano Supremo Martins, em nota.

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O órgão exaltou a trajetória do juiz, que com 23 anos de curso é o mais experiente em treino na comarca de Dourados e reprovou a maneira porquê o jurista demonstrou o seu insatisfação com a decisão.

“A maioria absoluta dos advogados deste Estado prezam pelas boas relações entre os operadores do recta e observam o responsabilidade de urbanidade, muito porquê exercem o recta de discordar tecnicamente das decisões  judiciais  por meio de recurso nos autos, lugar próprio e adequado para as manifestações técnicas de insatisfação”.

“Até mesmo o recta de liberdade de sentença e sintoma do pensamento, previsto na Constituição Federalista, não é integral e possui um limite ético que deve ser observado”, completa.

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Por termo, a Amansul pontuou que os magistrados e magistradas de Mato Grosso do Sul reiteram o reverência pela Advocacia, no entanto estão atentos aos comportamentos porquê odo jurista, “e buscarão as providências cabíveis para sua reparação”, conclui.

O caso –  Ignorando o traje de que a vacinação contra a covid-19 é voluntária em todo o mundo e até mesmo que não está na tira etária prioritária para a vacinaçã – já que tem somente 26 anos -, o jurista entrou com uma ação na justiça contra a prefeitura de Dourados, requerendo a possibilidade de não se vacinar, caso o prefeito, Alan Guedes (PP), venha a prescrever a vacinação compulsória na cidade que fica a 233 quilômetros da Capital.

 Na ação, o jurista minimizou o impacto da pandemia, contestou a eficiência dos  imunizantes e sugeriu tratamentos precoces sem efeito contra a doença. No entanto, ele não só teve o pedido refutado, porquê também foi sentenciado a remunerar 10 salários mínimos (R$ 11 milénio) por litigância de má-fé.

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