Advogados do caso BES querem Supremo a decidir pela manutenção de Ivo Rosa no processo

Uma providência cautelar de suspensão de eficácia dos atos do Conselho Superior de Magistratura já corre em primeira instância, no Supremo Tribunal de Justiça, no seu serviço de contencioso. Trata-se da impugnação do Movimento Judicial Ordinário deste ano e atos conexos, na parte que afasta Ivo Rosa do lugar de Juiz 2 do TCIC e, assim, do processo BES. Impugna também a nomeação de um juiz, Pedro Correia, considerado inexperiente pela defesa dos arguidos Alexandre Cadosch e Charles Creton, cada um acusado de mais de dezena e meia de crimes no caso BES.

A providência 24/22, que deu entrada no Supremo esta terça-feira e ficou com o número 176962, foi, distribuída por sorteio a três juízes do Supremo, tendo ficado como relator o juiz conselheiro Manuel Capelo, e tem por base a providência cautelar feita pelos advogados: Filipa Elias, João Gaspar Simões e Tiago Rodrigues Bastos.