Advogados dizem que Cristiano foi recluso “de maneira arbitrária” | ac24horas.com

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Os advogados Rodrigo Aiache e Keldheky Maia, responsáveis pela resguardo do empresário Cristiano Silva Ferreira, possuidor da C.Com Shopping e genro do deputado estadual José Bestene (Progressistas), recluso preventivamente na última sexta-feira, 12, pela Polícia Social na Operação Trojan, divulgaram neste domingo, 14, nota à sociedade acreana enfatizando a honestidade de seu cliente e também qualificar que sua detenção foi “totalmente arbitrária”.

Os defensores do empresário enfatizam que tudo o que o empresário conquistou foi “fruto de muito suor e trabalho” por ele trabalhar desde os 10 de idade.

“Apesar de estar há três dias recluso de maneira totalmente arbitrária, visto que, até o momento, sequer teve entrada à decisão que determinou sua prisão preventiva, a resguardo do senhor Cristiano Ferreira vem declarar a sua totalidade inocência em quaisquer dos episódios que são tratados na “Operação Trojan””, diz trecho da nota.

A resguardo ressalta que desde que os fatos relacionados à Operação Trojan foram veiculados na prelo lugar, “começou-se uma verdadeira cruzada em face do senhor Cristiano Ferreira, o qual, desde logo, vem colaborando não somente com as autoridades policiais, mas também com os órgãos de controle do Estado, tais porquê Tribunal de Contas”. Os advogados destacam que Cristiano não sabe o motivo de ter sido recluso e reforçam que a prisão preventiva é instituto excepcionalíssimo reservado para a garantia da ordem pública, para confirmar a emprego da lei penal ou para a conveniência da instrução criminal, sempre que viver prova do violação e indícios suficientes de autoria.

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“Ora – no caso presente, sem adentrar no préstimo dos fatos, os quais quedar-se-ão devidamente esclarecidos no discurso da instrução processual – é sabido que o senhor Cristiano Ferreira possui endereço fixo, não tem qualquer precedente criminal e tampouco concorreu para atrapalhar as investigações, fatos estes suficientes para caracterizar a falta de risco gerado pela liberdade do imputado e também para distanciar essa punição antecipada”, justifica os advogados.

Confira a nota na integra:

NOTA À SOCIEDADE ACREANA

Inicialmente, cumpre consignar que o senhor Cristiano Ferreira trabalha desde os dez anos de idade ajudando seu pai e sua mãe a sustentar a vivenda. Foi tecelão, vendedor ambulante e taxista, profissão que deixou para ingressar no curso de recta da UFAC. Ainda na faculdade, no ano de 1996, passou a empreender, ocupação que exerce até os dias de hoje. Tudo que conquistou na vida foi fruto de muito suor e trabalho.

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Apesar de estar há três dias recluso de maneira totalmente arbitrária, visto que, até o momento, sequer teve entrada à decisão que determinou sua prisão preventiva, a resguardo do senhor Cristiano Ferreira vem declarar a sua totalidade inocência em quaisquer dos episódios que são tratados na “Operação Trojan”.

Desde que os fatos relacionados à “Operação Trojan” foram veiculados na prelo lugar, começou-se uma verdadeira cruzada em face do senhor Cristiano Ferreira, o qual, desde logo, vem colaborando não somente com as autoridades policiais, mas também com os órgãos de controle do Estado, tais porquê Tribunal de Contas.

Reitere-se que – apesar de não saber porque está recluso (é bom reiterar), numa ação totalmente arbitrária e afrontosa aos ditames constitucionais – a resguardo não vislumbra a presença de quaisquer dos pressupostos legais para uma prisão preventiva.

A prisão preventiva é instituto excepcionalíssimo reservado para a garantia da ordem pública, para confirmar a emprego da lei penal ou para a conveniência da instrução criminal, sempre que viver prova do violação e indícios suficientes de autoria. Ou por outra, o estado de liberdade do imputado deve gerar risco à instrução processual.

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Ora – no caso presente, sem adentrar no préstimo dos fatos, os quais quedar-se-ão devidamente esclarecidos no discurso da instrução processual – é sabido que o senhor Cristiano Ferreira possui endereço fixo, não tem qualquer precedente criminal e tampouco concorreu para atrapalhar as investigações, fatos estes suficientes para caracterizar a falta de risco gerado pela liberdade do imputado e também para distanciar essa punição antecipada.

Portanto, sob o ponto de vista da resguardo, a surreal e kafkiana situação pela qual passa o senhor Cristiano Ferreira não se justifica, razão pela qual a sua resguardo está esperançoso na obtenção de uma resposta positiva da Justiça.

Rio Branco, 14 de fevereiro de 2021.

Rodrigo Aiache
Keldheky Maia


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