Advogados de Trump exigem remissão em impeachment

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A resguardo do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump pediu nesta sexta-feira (12) ao Senado dos Estados Unidos que rejeite a denúncia feita pelos democratas, argumentando que a iniciativa é uma “vingança política” e procura “anular” o movimento popular de direita.

“Sejamos claros: levante julgamento é muito mais do que o presidente Trump”, disse o legista Bruce Castor, ao fechar a argumentação da resguardo.

“Trata-se de anular 75 milhões de eleitores de Trump e penalizar opiniões políticas. É disso que trata levante julgamento”, afirmou.

As acusações do impeachment são “um ato de vingança política e são descaradamente inconstitucionais”, alegou o legista Michael Van Der Veen.

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“O Senado deveria votar de forma rápida e decidida para rejeitá-lo”, pediu.

– Veredicto no término de semana? -Os advogados de Trump concluíram seus argumentos depois de unicamente três horas, embora tivessem 16 horas para apresentar seu caso. O veredicto pode trespassar no término de semana.

Trump foi indiciado pela Câmara dos Representantes, de maioria democrata, com a denúncia de “incitação à insurreição” no ataque de seus partidários ao Capitólio, ocorrido uma semana antes.

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Na quinta-feira, legisladores que atuam uma vez que promotores no processo concluíram sua argumentação posteriormente dois dias de apresentações, que incluíram vídeos chocantes da rebelião na sede do Congresso.

Eles alegaram que Trump alimentou deliberadamente a tensão vernáculo depois de perder a reeleição para Joe Biden em 3 de novembro com uma campanha de alegações infundadas denunciando fraudes eleitorais massivas.

A tomada do Capitólio em 6 de janeiro ocorreu logo posteriormente uma grande revelação organizada por Trump perto da Vivenda Branca, na qual ele pediu à poviléu que marchasse para o Congresso, que se preparava para reconhecer a vitória de Biden.

Cinco pessoas, incluindo um policial e uma mulher baleada durante os tumultos, foram mortas uma vez que resultado do caos desencadeado.

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– “Parem de hipocrisia” -Os advogados do ex-presidente afirmam que seu oração foi retórico e que ele não pode ser responsabilizado pelos excessos de seus seguidores.

Também afirmam que o julgamento em si é inconstitucional porque Trump deixou o incumbência em 20 de janeiro, embora o Senado já tenha rejeitado esse argumento em votação na terça-feira.

Na sexta-feira, a resguardo rebateu o golpe da denúncia, que esta semana insistiu que Trump em 6 de janeiro convocou seus apoiadores a “lutar uma vez que o inferno”, com um vídeo de políticos democratas usando a vocábulo “lutar”.

A montagem de mais de 10 minutos conta com a participação de muitos senadores democratas, além do presidente Joe Biden e da vice-presidente Kamala Harris quando estavam na campanha eleitoral de 2020, chamando à “luta” centenas de vezes em discursos e na televisão.

“Tudo muito, não fizeram zero de incorrecto. É uma vocábulo que as pessoas usam”, disse Schoen. “Mas, por obséquio, parem com a hipocrisia”.

– “Não surgiu do zero” -As imagens e áudios apresentados pela promotoria mostraram trumpistas furiosos perseguindo os oponentes de Trump no Capitólio, enquanto figuras políticas importantes, incluindo o portanto vice-presidente Mike Pence, corriam para se refugiar.

Schoen zombou do vídeo, chamando-o de “pacote de entretenimento”.

Mas o líder democrata do impeachment, Jamie Raskin, enfatizou que Trump vinha encorajando o extremismo mesmo antes do dia das eleições, minando continuamente a crédito pública no processo eleitoral.

“Esta insurreição pró-Trump não surgiu do zero”, disse ele, observando que é imperativo que o Senado condene Trump e o impeça de concorrer à Vivenda Branca novamente em 2024.

“Vocês apostariam o porvir de sua democracia nisso?”, perguntou aos senadores.

– Biden “ansioso” -Uma maioria de dois terços é necessária para improbar o ex-presidente, o que significa que 17 republicanos devem se juntar aos 50 democratas no Senado. Isso é altamente improvável.

No entanto, o mero trajo de alguns republicanos votarem para condená-lo seria um marco histórico contra Trump, alimentando um conflito no partido sobre seguir sua visão populista e divisionista ou retornar a valores mais moderados.

“Estou ansioso para ver o que meus amigos republicanos farão”, disse Biden, que foi senador por 35 anos, antes.

Uma figura republicana proeminente e verosímil porvir candidato presidencial, a ex-embaixadora da ONU Nikki Haley, disse ao Politico que é hora de romper com Trump.

“Não podemos permitir que isso aconteça novamente”, afirmou.

O senador republicano Bill Cassidy reconheceu que as imagens de vídeo são “poderosas”, mas estimou que “resta ver” uma vez que elas influenciarão o término.

Outros senadores republicanos já indicaram que estão determinados a não desafiar Trump, que ameaçou prejudicar suas carreiras se apoiarem o impeachment contra ele.

“A votação de ‘Não Culpado’ está crescendo”, disse o influente Lindsey Graham no Twitter na quinta-feira.

O senador republicano Josh Hawley disse à Fox News que o julgamento foi “totalmente ilegítimo”.

A democrata Hillary Clinton, que perdeu a eleição para Trump em 2016 e é uma figura do ódio de Trump, fez um poderoso apelo à pena.

“Cumpra seu juramento. Condene-o”, ela tuitou para senadores na sexta-feira.

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